O mais perigoso num token novo não é o preço cair — é você comprar e nunca mais conseguir vender. O scanner roda uma simulação real de compra e venda na rede, lê as permissões do proprietário, as taxas e as listas negras, e dá a resposta em segundos.
Cada item aqui não veio de uma lista teórica, mas de fraudes que vimos acontecer na chain.
O contrato libera a compra e bloqueia a venda, às vezes só para determinados endereços. Pegamos isso não apenas lendo o código, mas com uma simulação real de venda.
Quando o dono pode emitir tokens novos, levar a taxa a 100%, pausar as transações ou colocar você na lista negra depois que você comprou.
A taxa que está em 2% no momento do escaneamento pode virar 99% com uma única transação do dono. Mostramos não só o valor atual, mas o teto que o código permite.
Quem segura os tokens do pool, se estão bloqueados, até que data e se o dono do projeto pode sacar hoje.
Um contrato que parece limpo hoje pode ter a lógica inteira trocada amanhã por um proxy. Revelamos o padrão de upgrade e quem tem essa permissão.
Funções escondidas com nomes inocentes que permitem sacar saldos ou driblar restrições — cruzamos essas com padrões conhecidos de roubos anteriores.
As ferramentas em si (o scanner, os painéis, o espaço de trabalho da SAFI) funcionam por enquanto com a interface em inglês. Estas páginas explicam tudo em português antes de você entrar nelas.
Três camadas trabalhando juntas. Cada uma pega o que a outra não consegue ver.
Um resultado verde quer dizer que não encontramos padrões de risco conhecidos — não quer dizer que o projeto é honesto nem que o preço vai subir. A fraude pode estar na equipe, nas promessas ou na liquidez retirada uma semana depois; nada disso um código consegue enxergar.
Use o escaneamento para eliminar o risco óbvio e depois faça o que precisa ser feito: não invista dinheiro que você não pode perder.
Lemos o código-fonte se ele estiver verificado no explorador e o bytecode se não estiver. Mais de 200 detectores procuram padrões de permissão arriscados, funções escondidas e erros aritméticos conhecidos.
Código não verificado, sozinho, não é uma acusação — mas significa que você está confiando em algo que não pode ler, e dizemos isso com todas as letras no resultado.
É aqui que está a diferença de verdade. Simulamos uma compra e, em seguida, uma venda sobre o estado real da rede, e medimos o que volta.
Um contrato honeypot consegue enganar um leitor de código, mas não consegue enganar uma tentativa real de venda.
Quem segura a oferta, como ela está distribuída entre as carteiras, qual a situação do bloqueio de liquidez, que idade tem o contrato e qual o histórico da carteira que fez o deploy.
Uma carteira que lança vinte tokens num mês e retira a liquidez de cada um dois dias depois — essa informação vale mais do que qualquer linha do código.
O escaneamento automático lê 25 redes principais EVM. As ferramentas que fazem transações funcionam em sete redes, e a assinatura é paga em seis. A auditoria manual não está presa a essa lista.
A rede principal — escaneamento, auditoria e todas as ferramentas.
A rede com mais lançamentos de token — e com mais fraude.
Taxas baixas — a mais indicada para testar e para airdrops grandes.
Redes de camada 2 — escaneamento completo e ferramentas de transação completas.
Cole o endereço do contrato e veja as permissões do proprietário, a liquidez e o resultado da simulação de venda antes de se expor. A pequena taxa por escaneamento aparece antes da assinatura — e em qualquer assinatura ela já vem incluída, sem limite.